Utilidade: Com obras retomadas, Prefeitura de SP diz que pista de atletismo do Centro Olímpico será entregue nesse ano

Da assessoria da Prefeitura SP - Falta pouco para a reforma da pista de atletismo do Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) ser concluída. A previsão é que, antes do final de 2019, o espaço já esteja apto para receber os noventa atletas do COTP e para a prática da modalidade.

A pista será uma referência para o atletismo no Brasil. Além de estar dentro de um complexo que abriga dez modalidades de alto rendimento, o espaço receberá a certificação mais alta da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), a Classe 1. É possível contar nos dedos de uma só mão quantas pistas existem no país com esse grau de excelência – a do Centro Olímpico será a quinta. “Aqui poderão ser promovidos eventos internacionais, e uma coisa muito interessante é que, se baterem um recorde, esse resultado será reconhecido”, afirma Roberto Patini, diretor comercial da Resinsa, empresa especializada em construções esportivas e responsável pela reforma. Na quarta-feira, 24, o secretário municipal de Esportes e Lazer Carlos Bezerra Jr. vistoriou as obras que acontecem no complexo e pôde conversar com os responsáveis.

A largada da reforma foi dada no final de outubro do ano passado após assinatura da ordem de serviço, mas foi paralisada no mês seguinte. Após um longo tempo de espera, os trabalhos foram retomados na primeira semana de julho e estão a todo vapor. Agora, está em execução o asfaltamento da pista, uma das partes mais delicadas segundo Marcos Bassi, diretor responsável pelas obras. “Devemos concluir o asfalto em trinta dias, depois há um período de exsudação (fenômeno em que a água leva o cimento até a superfície) em que nós não podemos aplicar o piso sintético, senão ele pode soltar”, explica, informando ainda que o tempo deste processo varia de acordo com as condições climáticas, mas dura cerca de 20 dias.

O investimento total na reforma chegou aos R$ 3,8 milhões, verba destinada pelo Governo Federal. A gestão do prefeito Bruno Covas trata a entrega das obras como uma de suas prioridades. Carlos Bezerra Jr. destaca a importância da pista para a modalidade. “Isso tem um impacto direto para os atletas que já estão aqui, mas especialmente para as novas oportunidades que surgirão a partir da modernização desse espaço. Um ganho para o esporte em São Paulo e, especialmente, para a possibilidade do esporte funcionar cada vez mais como ferramenta de inclusão social”, reitera.

Texto: Guilherme Guidetti - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Fotos: Pérola Stewart - Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Ler 282 vezes Última modificação em Sábado, 17 Agosto 2019 18:49
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  • CBDE aprova comenda do Mérito Esportivo Escolar Cruz Mitidieri, maior honraria do desporto escolar nacional

    Brasília – Em reconhecimento a união de esforços de personalidades que marcaram a história do esporte estudantil nacional, a Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), aprovou nesta segunda-feira (25), por unanimidade, durante reunião virtual de seu Conselho Administrativo, a criação da Comenda do Mérito Esportivo Escolar Cruz Mitidieri. Por iniciativa do presidente Antônio Hora Filho, o título homenageia personalidades que contribuíram pelo fortalecimento da base esportiva do Brasil e que até hoje trabalham pelo desenvolvimento da entidade e do desporto.

    O deputado federal Fábio Mitidieri (PSD-SE), autor do projeto de lei que cria o dia do Desporto Escolar Nacional, em tramitação no senado e uma das vozes do segmento na presidência da Comissão do Esporte na Câmara Federal, é um deles. Outro nome que ficará eternizado em nossa história é o do ex-ministro do Esporte, Leandro Cruz, que no auge da Medida Provisória 841 editada pelo ex-presidente Michel Temer, trabalhou de forma incansável pela reedição da MP que à época destinava os recursos do esporte para o extinto fundo nacional de segurança pública.



    A Comenda do Mérito Esportivo Cruz Mitidieri terá três honrarias: Emérito, Benemérito Rabelo, que homenageia também o ex-deputado federal, Eugênio Rabelo (PP-CE), e grão-benemérito Cruz Mitidieri, formando assim a maior honraria do desporto escolar nacional.

  • Solenidade de Posse da Presidência e do Conselho Administrativo Fiscal da CBDE - 2020

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  • Confederação Brasileira do Desporto Escolar comemora 20 anos de fundação

    Brasília – Hoje é um dia especial para todos que fazem a engrenagem do esporte estudantil no Brasil. Há exatos 20 anos, a Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), era fundada com o objetivo de qualificar, incentivar e, acima de tudo, difundir o segmento fazendo a diferença na vida de milhares de jovens de escolas públicas e particulares que desde então fazem a nossa história acontecer.

     

     

    O início desse sonho partiu das mãos de Heleno Lima, primeiro presidente da entidade antes mesmo de sua fundação. Com a necessidade de se criar um órgão específico do desporto escolar no país, à época as coisas não eram fáceis, mas todo seu empenho e dedicação foram de fundamental importância para o que antes era apenas um sonho, pudesse se tornar realidade.

    Com foco na realização de competições escolares no Brasil e na participação em torneios internacionais, ser um estímulo na formação do cidadão fazendo com que a sua iniciação esportiva seja de fundamental importância na construção de uma sociedade justa com mais oportunidades e menos desigualdade social, sempre foram os principais pilares da CBDE desde a sua fundação.

    De 2000 até então, a Confederação Brasileira do Desporto Escolar protagonizou diversos momentos épicos no esporte brasileiro, como em 2013, quando pela primeira vez no Continente Americano, sediou a maior competição escolar do mundo, a Gymnasíade, realizada pela Federação Internacional do Desporto Escolar (ISF), cujo a CBDE é a única entidade brasileira filiada. O evento aconteceu em Brasília-DF, reunindo milhares de estudantes de todo o planeta na capital federal.

    Registro histórico durante o Seminário Nacional do Desporto Escolar realizado no ano passado, em Brasília: Antônio Hora Filho (presidente da CBDE), Heleno Lima (ex-presidente da CBDE), Robson Aguiar (vice-presidente da ISF) e Sérgio Rufino (ex-presidente da CBDE). Foto: Arquivo CBDE

    Além de aquecer a economia das cidades-sede em que nossas competições foram realizadas ao longo da história e promover o conhecimento através do esporte proporcionando que o jovem possa conhecer pessoas e lugares, essa atmosfera até hoje tem feito a diferença na vida do estudante brasileiro que volta para a casa com a bagagem cheia de conhecimento e boas histórias para contar.

    O trabalho vencedor realizado pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar no Brasil, consolida não só a gestão por excelência do professor sergipano Antônio Hora Filho à frente da entidade, como a importância de nossas federações filiadas que em seus estados seguem esse mesmo modelo de atuação priorizando a responsabilidade com a coisa pública com foco no fortalecimento da base esportiva em nosso país.

    Ascom – Confederação Brasileira do Desporto Escolar

  • NFL no Brasil? Secretário da prefeitura de SP confirma interesse em trazer jogo

    Orlando Faria diz que objetivo é trabalhar com uma data em 2020, mas ressalta que conversas com liga esportiva norte-americana estão no início.O mundo da bola oval no Brasil foi tomado de surpresa nesta semana, e não apenas por ter testemunhado dois dos melhores ataques da NFL na temporada marcando apenas  16 pontos no Super Bowl 53 , mas por um indicativo, ainda que em estágio embrionário, de que uma partida da maior liga esportiva dos EUA pode estar um pouco mais perto do solo brasileiro.

    Na última terça-feira, dois dias após a final, a jornalista Mônica Bergamo, colunista do jornal A Folha de S. Paulo, publicou que a  Secretaria Municipal de Turismo de São Paulo está interessada em realizar um jogo da NFL no Brasil  - informação confirmada pela reportagem do iG junto ao secretário Orlando Faria.

    Faria revelou que a ideia de investir no futebol americano  partiu de um pedido do prefeito Bruno Covas - com quem o secretário conta ter visto o Super Bowl - para que ele montasse um calendário de eventos internacionais na capital paulista no "padrão da Fórmula 1" para 2020. "Comecei a assistir à NFL esse ano - ele diz torcer pelo Cleveland Browns -, em algum momento eu vi o anúncio de Londres e México e me deu um 'insight'. Um jogo em SP traria turistas da América do Sul inteira", explica.

    Nas redes sociais, muitos fãs da bola oval comemoraram e até já se perguntavam onde eles poderiam comprar os ingressos, mas é preciso conter a euforia porque, de 1 a 10, Farias afirma que o projeto está no começo, "de 2 a 3".  Uma primeira reunião entre a prefeitura de São Paulo e a liga aconteceu no mês passado, via vídeoconferência, e uma segunda, esta presencial, pode ocorrer nas próximas semanas, embora ainda não exista uma data certa. "Tudo é bem inicial, mas os interesses são convergentes", diz o secretário.


    Questionado sobre possíveis entraves para um jogo da NFL no Brasil, como, por exemplo, os vestiários (cada equipe tem mais de 50 atletas ou mais, caso seja uma partida de pré-temporada), Orlando comentou que isso foi abordado: "Até já nos falaram sobre isso e deram uma solução. Parece que o estádio Azteca (na Cidade do México) teve que fazer uma adaptação, um vestiário auxiliar. Foi uma das primeiras questões colocadas, mas eles disseram que têm uma solução".

    Sobre os estádios que poderiam receber um possível evento, Orlando acredita que Arena Corinthians e o Allianz Parque teriam totais condições. "Os dois são 'padrão Fifa', novos, certamente atenderiam. É uma decisão deles, não é muito da prefeitura. Se a conversa evoluir, a equipe técnica deles vai visitar os estádios."

    Outra dúvida sobre as negociações é relativamente simples: quem pagaria a conta? "Não chegamos a esse nível de detalhamento. Tem um custo, deslocamento, logística... A prefeitura fez o trabalho de provocação, mostrar que SP gostaria de ter um jogo, mas não seria organizado pela prefeitura, não vamos captar recursos, nosso apoio será institucional", responde Faria.

    Como um dos objetivos do "calendário de eventos internacionais" de 2020 é divulgar a imagem da cidade São Paulo mundo afora, Faria não acredita que o envolvimento da prefeitura seria o mesmo se estivéssemos falando de uma ação promocional, e não um jogo. "É legal, mas não tem interesse turístico nessa ativação."
    NFL no Brasil ainda é sonho, mas na Inglaterra e no México, não

    Enquanto o público brasileiro ainda sonha em ver duas equipes da NFL no Brasil, ingleses e mexicanos veem isso como uma realidade. A liga divulgou recentemente os quatro confrontos programados para Londres (Cincinnati Bengals x Los Angeles Rams, Chicago Bears x Oakland Raiders, Houston Texans x Jacksonville Jaguars e Carolina Panthers x Tampa Bay Buccaneers) e o da Cidade do México (Kansas City Chiefs x Los Angeles Chargers) para 2019.

    Fonte: Esporte - iG @ https://esporte.ig.com.br/maisesportes/futebolamericano/2019-02-07/nfl-no-brasil.html
    m orci.

  • Conheça a história do atletismo no Brasil e no mundo

    O atletismo pode ser considerado uma das modalidades mais antigas do mundo. Registros apontam que os gregos já praticavam esse esporte por volta do século 14 a.C. Essas modalidades eram praticadas em encontros esporádicos, que mais para frente originaram os Jogos Olímpicos.

    Dentro do atletismo são disputadas as provas de corrida, lançamento e salto. As mais famosas são as de corrida. É nessa categoria que acontece a disputa do homem mais rápido do mundo, nos 100 metros rasos. Quase todas as provas de atletismo, exceto a maratona, são disputadas em estádio e a modalidade faz parte dos Jogos Olímpicos desde a Era Moderna.

    A corrida, que também podem ser chamada de prova de pista, divide-se em curta distância (100m, 200m e 400m), média distância (800m, 1.500m e três mil metros) e longa distância (cinco mil metros, 10 mil metros e 42,195 quilômetros). Há também as corridas com barreiras e obstáculos, além da marcha atlética e dos revezamentos.

    Todas essas provas são realizadas na pista de atletismo dentro do estádio. Ela contém oito raias, cada uma com um metro e 25 centímetros de largura. No formato oval, a pista tem 400 metros de comprimento.

    Brasil na Olimpíada

    O Brasil participa dos Jogos Olímpicos desde 1920. Durante todos os anos de participação as primeiras medalhas brasileiras no atletismo foram conquistadas nos Jogos Olímpicos de Helsinque, em 1952. Adhemar Ferreira da Silva recebeu o ouro no salto triplo masculino e José Telles Conceição o bronze, no salto em altura.

    Nas olimpíadas de 1956, em Melbourne, Adhemar conquistou novamente o ouro. Sua medalha foi a única do Brasil no evento. Já em 1968 foi a vez de Nelson Prudêncio levar a prata no salto triplo. Em Munique no ano de 1972, ele também ficou com o bronze. Com o passar dos anos o Brasil mostrou que dentro do atletismo a modalidade mais forte era o salto triplo. João do Pulo garantiu o bronze da modalidade em 1976 e em 1980.

    Depois de longos anos sem o tão sonhado ouro no atletismo, Joaquim Cruz finalmente conquistou a primeira redonda dourada nos 800 metros rasos das Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Na outra Olimpíada, em 1988, ele foi prata.Já em 1996, em Atlanta, o Brasil foi bronze no revezamento 4x100m com André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano e Robson Caetano. Os meninos brasileiros evoluíram e levaram a prata em 2000, mas com outros dois novos integrantes: Claudinei Quirino e Vicente Lenilson.Em Atenas 2004 Vanderlei Cordeiro de Lima conquistou o bronze na Maratona, além da Medalha Barão Pierre de Coubertin, após o incidente envolvendo um padre irlandês.

    Na edição de 2008, em Pequim, Maurren Maggi conquistou a medalha de ouro no salto em distância.

    Regras
    Algo que se nota de diferente nas provas de velocidade é a largada. Nas corridas de curta distância, os velocistas largam numa posição especial, que consiste em apoiar os pés sobre um bloco de largada e apoiar o tronco sobre as mãos encostadas no chão (posição de quatro apoios).

    Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade Foto: Alexandre Koda/Webrun



    Pelas regras da Associação Internacional das Federações de Atletismo (IAAF), aquele que saísse antes do tiro de largada, recebia uma penalidade e, caso queimasse a largada três vezes estaria desclassificado. A partir de 2010, porém a regra foi modificada e a primeira queima desclassifica automaticamente o atleta.

    Após a largada, o velocista deve permanecer do começo ao fim na sua raia de saída. Nessas provas, os atletas devem usar sapatilhas com pregos de no máximo 8,4 milímetros e a espessura da sola não pode ultrapassar treze milímetros.

    Já na largada de média e longa distância não é necessária a saída de quatro apoios, como nas provas de velocidade. Os atletas começam a correr em pé. Além disso, também não é necessário correr na mesma raia de largada.

    + O calendário mais completo de eventos do Brasil está com as inscrições abertas. Clique aqui!

    No caso de uma chegada embolada, em qualquer competição, os juízes irão observar a posição dos ombros ou do torso do atleta para determinar o vencedor. Pernas e braços não são levados em conta. A foto da chegada, ou fotofinisher, ajuda a definir o campeão em caso de dúvidas.

    Federação

    Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat): www.cbat.org.br

    Fonte: webrun.com.br (Redação WEBRUN)

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